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Feitos para blogar

Nada mais do que uma sintonia tecnológica, entrevistar no laboratório de Redação, os dois blogueiros tem estilos diferentes. Um dos entrevistados era mulher, cabelos castanho claro e longos. Ela é Marcela Nobre Cruz, 20 anos, que montou seu blog desde 2001. Seu currículo de blogar veio com as aulas de computação e conhecimento pelo blog. E depois, não parou mais de escrever, postar e tudo mais. Até o dia em que se cansou e pensou em acabar com o blog. “Não fiquei 30 dias sem blog”, afirma Marcela. Um dos motivos que continuou a blogar, foi pela revista Capricho. Ela se inscreveu e ganhou como colaboradora. Recebe duas pautas a cada 15 dias E já foram publicadas uma matéria sobre Sonhos, na revista; e outras três matérias no site. Ela costuma visitar os 100 blogs dos amigos. “O que me motiva é o feed back”, diz a blogueira.

 

O estilo de seu blog ela gosta sabe como? Do jeito que está, não gosta de ficar mudando. Um das pessoas que visitaram seu blog foi a atriz Carolina Dieckmann. Não deixou comentário, mas mandou-lhe um e-mail. Sua dica para quem deseja fazer um blog é “precisa ter vontade e visitar os outros blogs”. O que melhorou para Marcela foi sua escrita, o aperfeiçoamento com as palavras.

 

A história de ter um blog também tem seus poréns. A blogueira recebeu um e-mail da Capricho chamando sua atenção por estar plagiando. Ela descobriu que uma pessoa postava seus textos e de maneira totalmente idêntica ao seu. Marcela então cadastrou-se em um site que toda vez antes de postar, ela manda a confirmação. Assim ela não corre mais o risco de ter suas publicações plagiadas. E como blogueira atual e futura jornalista, para ela “expressar opinião nunca é demais.”.  A página do seu blog tem vários tipos de fotos, links e mais no www.contraparamarcela.blogspot.com.

 

O outro entrevistado é homem de 21 anos. Márcio da Silveira Bracioli. Tem todo jeito engraçado de ser. Para as respostas da coletiva, fazia careta ou falava algo que levava todos aos risos. Sua história com o blog começou em 2002, e fez vários também. Hoje mantém um desde o final do ano passado. Seu gosto? Foi sempre pela escrita, e o blog ativou esse seu gosto pelas palavras. Ele diz “não tem fórmula para blogar”. Suas postagens são de vários estilos, cultura, livros e até protesto. Um de seus textos foi sobre sua falta de criatividade e com uma foto do Queijo Roquefort. Assim você nota um pouco do blogueiro. Sua escolha entre orkut e blog, foi orkut. “Como eu vou saber a data de aniversário dos amigos”, brinca ele.

           

Márcio sempre visita o blog de Zeca Camargo. Seus gostos são bem culturais. Ele confessa ser preguiçoso, muito preguiçoso. Posta a cada 2, 3 dias no seu blog. E sua visita pelos blogs são poucas. A maioria de seus comentários é dos amigos de sala.

“Se eu escrevi, é para alguém ler, às vezes, as pessoas se identificam”, fala o blogueiro.

 

O blog de Márcio tem foto dele todo divertido.  Seus textos se confundem com histórias e realidades que as pessoas não sabem diferenciar. O endereço é http://bracioli.blogspot.com.         



Escrito por Nah às 10h42
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Dormir?

Bom dia! E eu ainda com sono. No ônibus, já aposta para escorar na janela e dormir um pouco. A colega do sítio senta do meu lado. Fica mais apertado para mim, pois ela é espaçosaaaa. Mas enfim, fico incomodada e com mais sono.

Assim que as luzes se apagam, começo a preparação. Tiro a presilha, deitei-me mais no banco e pronto, prestes a descansar. Ou melhor, só tirar um cochilo. As vozes atrás de mim são constantes, tosses, espirros não deixam de se pronunciar. Sem falar na música puts, puts que toca incessantemente. Apesar de o som ser lá trás, as meninas do fundo catam desafinadas e sem respeito com os outros. Isso por volta das 5:50’ da manhã. E eu? Na esperança de dormir.

Quase 30 km andados e meu celular toca. É meu pai querendo passar mais um, dos vários compromissos que ele manda. Eu sonolenta, só confirmo com o “tá pai, já sei, vou fazer”. Ouço-o um pouco dispersa, mas ouço.

Mais um cochilo e aí entramos na cidade. Pára em três escolas. Na primeira, quem desce correndo pelo corredor são as crianças eufóricas, dando tchau para o motorista. Na próxima parada é com as patricinhas. Todas com calça, tênis de marca e mochila também. As unhas vermelhas segurando alguns fios de cabelo escorrido e a música que não deixam de cantar. Assim elas descem. Já no outro, vem a pop do ônibus. Quase não se acha. Não senta com ninguém, todo dia vem de bolsa diferente, brinco, calça e tudo mais como manda sua pose. Ahhhh paciência! E eu, tentando dormir.

Mais uns 20 km e desce então os universitários. Todos de branco. Dando o ar da graça para quem deseja invejar. Coitados! Mal enxergam um palmo da frente e acham que comandam tudo. Não sinto um pingo de inveja, mas tenho dó desses que ainda vão sofrer.

E no próximo ponto é demais. O viadinho que não demonstra ser nada mais que um “homem” cuidadoso e estudioso, desce sempre sem olhar para os degraus e poin! Caiu ajoelhado. Alguns risos foram segurados. Eu me contive até demais nessa hora. E por fim, quem desce sou eu. Quase caindo de sono e com vontade de ficar no ônibus. Coragem é que não falta, mas a presença conta. Assim deixo de dormir, ou melhor, cochilar pelo pouco tempo que tenho. E amanhã, será diferente? Tenho certeza que não. E o sono ainda vemmmmmmm e vaiiiiiiiiiii...   

 

 



Escrito por Nah às 16h47
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Mais uma do camarada

Bem essa é para rir. Juro! Ele apesar de ser bravo do jeito que era, em alguns casos eles se tornava o palhaço da história. Na verdade, ele não fez com tanta brincadeira assim. Vou contar logo o ocorrido.

Era mês de vacinação. E quem levava o Bob para vacinar era meu pai. Então, eu ficava despreocupada. Só que como meu pai viajou naquele mês e como os outros também, fiquei a pensar.

No meio da semana os funcionários da vacinação (Jacaré e o Verguinha) assim chamados pelos amigos, tentaram pelo lado de fora do portão, amarrá-lo para vacinar. O camarada não deixou, ficou uma fúria, imagina. Eu estava em casa, mas não ouvi os homens chamarem. E eles, achando que dessem conta do Bob, ficaram sem jeito quando eu abri a janela da sala, gritando: vocês parem com isso, deixa que meu pai leva ele para vacinar. Eles não gostaram muito não. Falaram o prazo da vacinação e foram embora. E o Bob, colocava as patas da frente em cima do muro para pular. Eu nervosa também gritei com ele. Rapidinho ele foi para o fundo. Ufa! Pensei que ele iria escapar e fazer um estrago com os dois.

                Passado uns dias, liguei para meu pai. E aí lascou. Ele não vinha por aqueles dias, e quem iria vacinar meu camarada? “O Jacaré e o Verguinha, Naiara, quem mais pode ser”, disse meu pai. Eu falei oquei então. Mas com um medo tremendo. Pois como aquele camarada são poucos os que brincam. Enfim, no outro dia os funcionários vieram.

Trouxeram todo o aparato no carro da prefeitura. Corda, pau de enforcar cachorro (não sei o nome específico), seringa e vários equipamentos para vacinar. O Bob estava preso na corrente de ferro e amarrado em um fio super forte numa vigota de 3 metros, que era o varal. Em casa estava eu, mãe e Jú. Isso na hora do almoço. Quando os homens entraram Bob ficou doidão. Como o Verguinha já tinha tentado vaciná-lo, acho que o camarada marcou-o. Os pelos da costa do Bob arrepiaram, ele pulava como um touro em rodeios. Meu Deus! Eu dizia da sala. Morri de medo, e falava para eles guardarem a vacina que depois meu pai aplicava. Eles diziam: não pode. Então está bem, eu disse.

                E quando o Verguinha se aproximou dele, sabe o que aconteceu? Vocês nem imaginam!!!O Bob estourou a corrente, o fio e travou os dentes sabe onde? No órgão genital do Verguinha. E quem disse que o camarada soltava. Minha mãe pegou enxada, batia no meu cachorro e nada de soltar. O Juninho abriu a torneira e molhou-o, nada adiantava. Sei que no meu desespero dei um grito bem alto: pára Bobbbbbb!!!!!!!!! Ele soltou na hora, e correu para os fundos. O funcionário coitado saiu igual o caderudo daquela novela lembra, A Indomada, correndo com as pernas toda aberta. Todo rasgado, pingando sangue até não querer mais. E eu vendo a situação cai tanto na gargalhada que  não parava mais.

                Sei que minha mãe foi lá no fundo, deu a maior bronca no Bob. E ele? Só ficava deitado olhando para ela.  O Jú então, vez xixi nas calças de tanto rir. É sério! Parecia filme de comédia. Mas o Verguinha no final levou 45 pontos lá no...órgão genital. É! O Bob era feroz mesmo. Rsrsrsrs.

Depois deu tudo certo. Meu pai acabou vacinando o Bob e quem saiu vacinado e costurado nessa história foi o funcionário da Prefeitura. O Verguinha ficou um bom tempo de repouso e pensando sobre sua profissão, ou melhor, “como será minha vida a partir de agora”. Acho que ele pensou duas vezes antes de entrar em qualquer casa para praticar sua profissão, depois do ataque do Bob . É. Com cachorro não se brinca toda hora.

                



Escrito por Nah às 17h32
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