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Cotados para uma universidade

Por avaliações das universidades, a melanina é marcada com o primeiro passo que aparenta, "não somos racistas". Negros que conseguem ingressar no nível superior entram pelo sistema de cotas que não valoriza o próprio ser humano, pois o preconceito está nítido. Qualquer pessoa pode cursar uma faculdade, mas o negro é retratado como pobre de conhecimento e que necessita de ajuda estudantil. 

A faculdade oferece vagas para brancos inteligentes e, negros que podem alcançar um "espaço intelectual" mesmo que dependente da política de cotas. Pelo potencial branquíssimo dessa divisão no Brasil, trata-se de conjugar o humano somente pela cor. Uma falta de consciência que acima da genética, é considerada por alguns brancos o afastamento dessas raças. Sendo que, o negro carrega uma cultura histórica, que talvez muita gente não conheça, ou pior, insinuam a não importância na "vida de um branco".

Esse caminho em benefício de conjugar que o racismo não existe nas universidades, somente retarda a visão brasileira. As cotas diminuem o valor escuro de uma pele e transforma a predominância dos clarinhos de extrema vantagem acadêmica. 

Assim, o próximo a ser aprovado para as cotas será o carioca bronzeado.

 

 



Escrito por Nah às 10h58
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